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Presidente do CD pede posicionamento do CA sobre CEO e nega julgamento de inelegibilidade

Por Nossa Taba, em 02/07/24

O presidente do Conselho Deliberativo do Guarani, o advogado Marcelo Dias, emitiu o parecer oficial para o pedido protocolado pelo associado Sidnei Lima, com mais de cem assinaturas, para a convocação de assembleia para julgar a sequência de Ricardo Moisés como CEO e sua elegibilidade futura e optou adotar um “excesso de cautela” para convocação da mesma.

Mas, primeiro (e antes de mais nada) aponta pendências, do requerente, com a entidade Guarani Futebol Clube. Curiosamente, desta vez, houve citação sobre o “considerável risco de sucumbência judicial do Clube” o qual não iremos pautar para que não haja nova acusação de que o Nossa Taba “deturpa” palavras ou retira declarações de seu contexto. Nesse sentido, torcedor bugrino, deixaremos a cópia do próprio requerimento para que cada um possa ler e tirar suas próprias conclusões.

O QUE DIZ O PARECER?

De início, Marcelo Dias fez extrema questão de analisar a conformidade com os cofres de todas as 101 assinaturas presentes no documento. Posteriormente, fez questão de explicar a função de Ricardo Moisés perante a estrutura do Guarani e solicitou ao presidente do Conselho de Administração, André Marconatto, um posicionamento oficial por conta da notícia veiculada pelo jornalista Lucas Rossafa, sobre a extinção do cargo de CEO por parte do CA.

Posteriormente, em uma decisão já tomada, de forma pessoal e em um parecer, Marcelo Dias afirma, de antemão, que não dará procedência ao julgamento da “proibição de concorrer e ser nomeado a qualquer cargo eletivo” por parte de Ricardo Moisés, pelo fato de: “não haver fundamento estatutário para tanto”, contradizendo a sua própria versão apresentada em entrevista à Rádio Bandeirantes, na semana passada, onde afirmou: “É necessário judicialização para julgamento do mérito porque não tenho capacidade para tal”.

E, por fim, Marcelo Dias volta afirma que qualquer decisão que casse os poderes políticos futuros de Ricardo Moisés poderia resultar em: “considerável risco de sucumbência judicial do clube”.

Veja o parecer!