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Agenor relembra apelido e convivência com titular da seleção

Novo goleiro bugrino já foi chamado de ‘Ageneuer’ e deixou Alisson na reserva

Agenor teve histórias durante suas passagens por Internacional e Joinville: no Guarani, goleiro tenta reeditar seus melhores momentos (Foto: Luciano Claudino/Código 19)

Agenor começa agora a sua história pelo Guarani, mas a trajetória do novo reforço do clube é bem mais longa. Aos 28 anos, o goleiro já deixou o atual camisa 1 da Seleção Brasileira no banco e recebeu o apelido de ‘Ageneuer’ nos tempos de Joinville. Em sua apresentação no Bugre, o jogador relembrou essas passagens e também o fato de voltar a ‘rivalizar’ com Oliveira.

Nascido em Erechim (RS), Agenor iniciou a carreira nas categorias de base do Internacional. Após a profissionalização, enquanto aguardava uma chance no time de cima, ele era aproveitado na equipe B ao lado de um menino chamado Alisson. A história de ambos começou a mudar em 2014. Em jogo contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, o titular Dida estava suspenso e o reserva Muriel lesionado. O técnico Abel Braga teve que escolher entre Agenor ou Alisson e optou pelo segundo.

“Sempre brinco com o Alisson, a amizade é muito boa fora de campo. Na época, eu era o terceiro goleiro do Inter e ele era o quarto. Eu estava cansado de descer para jogar no time B e ele começou a atuar. Em determinado momento, o Abel optou pelo Alisson porque ele vinha com ritmo por jogar no time B. Ali ele teve a sequência”, relembra Agenor, que fez elogios ao ex-companheiro, titular da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo e o segundo goleiro mais caro da história do futebol ao ser vendido pela Roma ao Liverpool por R$ 334 milhões. “A tendência é ele crescer mais porque tem potencial e idade para fazer mais coisas”.

Depois do Internacional, o goleiro foi emprestado ao Joinville e, pela equipe catarinense, ganhou notoriedade e o carinho da torcida. Tanto é que, pelo estilo de jogar, chegou a ser comparado com o alemão Manuel Neuer. “Eu jogava adiantado desde a base do Inter. Na Copa aqui no Brasil, em 2014, isso ficou evidente com o Neuer. O apelido pelgou, agradeço a todo mundo que chama, mas o Neuer é um e eu sou outro”, explicou.

Também no Joinville, Agenor protagonizou pela primeira vez uma disputa de posição com Oliveira, que curiosamente é o atual titular da meta bugrina. O Nossa Taba relembrou recentemente essa história, que teve até faixa da torcida catarinense, e ela também foi comentada pelo candidato a camisa 1.

“Conheci o Oliveira em 2015. É um cara muito gente boa e que dispensa comentários. Ele vinha jogando lá, houve a troca de treinador e depois pude dar minha contribuição. Todo mundo quer jogar. Na nossa posição, só joga um e volta e meia tem quatro jogadores disputando a posição. Quem ganha é o Guarani e se a gente está aqui novamente deve ser um pouco coisa do destino”.

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