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Ricardinho vê possibilidade real de acesso, mas espera ‘muita coisa difícil’

Capitão destaca primeiros jogos do returno como fundamentais e pede atenção aos duelos-chave

O volante Ricardinho acredita que os próximos jogos vão direcionar o objetivo do Guarani na Série B: 'dá um patamar concreto do que a gente vai brigar' (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

Capitão do time, identificado com a torcida e jogador que mais vezes entrou em campo pelo Guarani na Série B do Brasileiro, Ricardinho está confiante do que a equipe pode fazer no segundo turno. Ainda um pouco insatisfeito com a campanha bugrina, o volante conversou com o Nossa Taba sobre o atual momento, destacou a importância das próximas rodadas para direcionar o real objetivo do clube e pediu atenção ao que ele considera os duelos-chave, como é o de sábado, contra o Fortaleza, que pode finalmente valer a entrada no G4.

Com 29 pontos, o Alviverde virou o turno na quinta posição, perdeu duas posições no início da 20ª rodada, mas depende apenas de suas forças para, pela primeira vez no campeonato, se colocar entre os quatro primeiros. Para que isso aconteça, porém, o camisa 7 diz que duas coisas não vão poder faltar: luta e trabalho.

“A equipe está crescendo e isso dá uma visão de otimismo. A cobrança é grande, tabela está justa, mas pelo que a gente tem rendido a possibilidade de acesso é real. Mas vamos ter que lutar porque vem muita coisa difícil”, afirma. “Estamos no caminho certo. O maior trunfo é o trabalho. Estamos entrando no oitavo mês do ano com a mesma comissão técnica, mas houve grande rodízio de jogadores. Alguns chegaram, outros saíram e, mesmo com dificuldades, mantivemos o padrão. Isso é importante pra que possamos nos firmar na parte de cima da tabela e provar que não estamos lá por acaso”, acrescenta.

Se hoje o campeonato está muito equilibrado e com vários times na briga pelo G4, Ricardinho acredita que em poucas rodadas as coisas devem mudar e determinar quem realmente estará na disputa pelas quatro vagas na Série A do ano que vem.

“Vamos ter seis, sete jogos até metade de setembro. Não vai definir, mas dá um patamar concreto do que a gente vai brigar. Nas rodadas finais, não vão chegar essa quantidade de times. Antes da última, penúltima rodada nada estará decidido e precisamos estar nesse bolo”, aponta. “O máximo que conseguimos foram duas vitórias seguidas. A equipe que fizer quatro, cinco, vai chegar na frente com margem e estar mais confortável. É isso o que buscamos”.

Durante a campanha, o volante também projeta alguns jogos-chave. No primeiro turno foi assim e, a partir de agora, não será diferente. O primeiro já é no sábado, às 16h30, contra o líder Fortaleza no Brinco de Ouro. Uma possibilidade de embalar e entrar no G4 que não pode ser desperdiçada pela equipe.

“Internamente, a gente já trata como o terceiro jogo-chave. Foi assim contra Coritiba e Londrina em que tivemos a oportunidade de dormir no G4. Nessas duas chances, a equipe deu uma boa resposta”, relembra. “Agora é o líder do campeonato e um jogo importante pra cada vez mais engatarmos essa sequência em busca dos nossos objetivos.”.

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