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Jovens da base somam apenas 531 minutos em campo no ano

Apesar da reformulação no elenco, promessas do clube são pouco utilizadas

O atacante Gabriel Poveda é um dos poucos jogadores formados no clube que atuou na temporada: apesar da reformulação, base não tem sido prestigiada (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

A negociação de três atletas com o Mirassol voltou a colocar em evidência o pouco aproveitamento do Guarani dos atletas formados nas categorias de base. Se nos últimos anos alguns jogadores tiveram uma sequência, em 2018 isso não tem acontecido. Prova é que, das 33 partidas feitas pelo Bugre na temporada, aqueles que foram revelados no clube somam apenas 531 minutos em campo.

Nessa estatística não estão contabilizados os números de Bruno Mendes pois, apesar de ter sido formado no Brinco de Ouro em 2012, o atacante já rodou por outras equipes e voltou após cinco anos.

Quem mais esteve em campo foi Salomão, titular em três partidas da Série A2 do Paulista, com 270 minutos. Depois, porém, o lateral-esquerdo perdeu espaço e acabou sendo emprestado ao Atlético-PR, onde aguarda uma chance no time de aspirantes.

Outro que teve a possibilidade de completar um jogo foi Passarelli. O goleiro atuou os 90 minutos na estreia do Bugre em 2018 na derrota por 1 a 0 para o Oeste. Depois, esteve entre segunda e terceira opção e, após a chegada de Georgemy, perdeu de vez o posto de reserva.

Mais quatro jovens também tiveram suas pequenas participações no ano. O volante Luan (um jogo e 12 minutos), os atacantes Elias (cinco jogos e 78 minutos), Serafim (seis jogos em 68 minutos) e Gabriel Poveda (quatro jogos e 12 minutos) foram acionados sempre nos finais dos jogos.

Já alguns chegaram a ser relacionados, mas não receberam nenhuma chance, casos do goleiro Carlão e o lateral-direito Bruno Souza. Outros atletas, como o meia Juninho, participam de alguns treinamentos com o time profissional e aguardam uma oportunidade.

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