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Maia destaca cobrança pessoal por evolução e para evitar cartões

Com uma advertência a cada duas faltas, zagueiro espera ser mais consistente

Philipe Maia admite que ainda há um incômodo coletivo pelos gols sofridos: na sexta, Bugre tentará ficar sem ser vazado pela segunda partida consecutiva (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

Philipe Maia é o zagueiro do atual elenco que mais atuou com a camisa do Guarani em 2018. Ganhou a posição durante a campanha da Série A2 do Campeonato Paulista, foi mantido como titular para o início da Série B e vai para seu 12º jogo na temporada, contra o Goiás, na sexta-feira. Apesar da regularidade, ele não está plenamente satisfeito com o atual rendimento. Há por parte do defensor uma cobrança pessoal por evolução e, principalmente, para diminuir o número de cartões recebidos.

Só nesta temporada, são sete advertências. Na Série B, ele recebeu quatro cartões – um por jogo que disputou – tendo feito apenas oito faltas. Ou seja, a cada duas infrações, ele é amarelado.

“Os cartões têm me incomodado um pouco. Não foi nenhum cartão escandaloso, alguns até achei desnecessários. Mas acho que preciso melhorar. Coloquei na minha listinha de objetivos e pretendo nos próximos jogos ser mais consistente e evitar os cartões”, disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira.

Nessa listinha pessoal, Maia também tem alguns aspectos que pretende melhorar. Interessado nas estatísticas, ele se cobra para crescer de rendimento partida após partida.

“Não posso fazer por menos, tenho que melhorar, quero jogar em alto nível. Após o jogo, procuro o Gabriel (Remédio, analista de desempenho), que tem os números. Vejo roubada de bola, número de faltas, passes corretos. Notei evolução nesse fundamentos, mas preciso melhorar sempre”, projeta o zagueiro, que, na Série B,além das oito faltas cometidas, tem 147 certos (é o 4º melhor do time), cinco desarmes (3º melhor) e lidera em rebatidas, com 30.

Além do aspecto individual, Maia ressalta a importância da melhora coletiva. Apesar do time não ter sido vazado na última partida, o número de gols sofridos ainda é considerado alto e incomoda. Ele, que ao lado de Edson Silva forma a dupla titular que deve ganhar sequência na zaga, pontua fatores que precisam ser trabalhados pra que esse rendimento seja linear.

“O Edson é um jogador muito experiente e desde que ele chegou, nos identificamos. Conversamos bastante, tento sugar muito da experiência dele. No último jogo, cheguei a falar que precisávamos parar de levar gol. Não tomamos e conseguimos vencer. Agora é ter equilíbrio emocional, organização tática e espero que, juntos, possamos crescer”, finaliza.

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